Não querendo perder terreno para a bancada Socialista, a bancada do PSD avançou com uma proposta de Lei que estipula o Teor máximo de óleo na Fartura a 10 gramas por cada 100 gramas de Farturas se forem embaladas, e 15 gramas se forem feitas no momento. O projecto inclui ainda a obrigatoriedade dos vendedores de Farturas adquirirem um aparelho que permite ler o teor de Oleo no momento da venda. Esperam-se coimas entre os 750 e os 7500 Euros, a que acrescem 1000 Euros se não tiver o aparelho.
A comercialização do aparelho de medição do teor de óleo nas farturas será restrita a Empresas Certificadas pela Secretaria de Estado da Saúde(SES) que irão poder comercializá-lo mediante licença. A monitorização da actividade estará a cargo da Unidade de Combate ao Oleo nas Farturas (UCOF), que dependerá directamente da SES e da ASAE, e que se espera, inicie actividade em Janeiro de 2010 com 150 elementos para todo o País.
O porta-voz do Sindicato dos Funcionários Técnicos do Estado já veio dizer que por um lado o quadro de pessoal é manifestamente insuficiente para monitorizar a correcta aplicação da lei em todo o País, falamos dum rácio de 1 inspector para cada 60000 portugueses, e que por outro, espera que os inspectores sejam dotados de meios de trabalho e salariais de acordo com o seu estatuto para que possam dignificar a função que irão exercer.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Projecto de Redução de Oleo Aprovado
Projecto de redução do sal no pão aprovado
"A proposta socialista estipula que o teor máximo de sal no pão passe a ser de 1,4 gramas por cada 100 gramas de pão e prevê coimas que oscilam entre os 500 e os 5 mil euros, definindo ainda orientações para a rotulagem de alimentos pré-embalados."
Fantástico. Ainda bem que temos o papá a olhar por nós.
De seguida são esperadas as seguintes iniciativas:
- Estipulação do teor máximo de açúcar nos Pastéis de Nata, assim como rotulagem obrigatória na base do pastel com informação de quantidade de oleo usada na massa folhada. As coimas irão variar entre os 200 Euros e os 10 000 Euros.
- Transposição em Lei da directiva comunitária que limita o teor máximo de sal no Bacalhau para valores em torno dos 1,8 gramas por cada 100 gramas. Esperam-se coimas entre os 750 e os 7500 Euros.
Fantástico. Ainda bem que temos o papá a olhar por nós.
De seguida são esperadas as seguintes iniciativas:
- Estipulação do teor máximo de açúcar nos Pastéis de Nata, assim como rotulagem obrigatória na base do pastel com informação de quantidade de oleo usada na massa folhada. As coimas irão variar entre os 200 Euros e os 10 000 Euros.
- Transposição em Lei da directiva comunitária que limita o teor máximo de sal no Bacalhau para valores em torno dos 1,8 gramas por cada 100 gramas. Esperam-se coimas entre os 750 e os 7500 Euros.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Subsidio de Desemprego, Despesa do Estado e Economia
Mais uma nota sobre a situação do País.
O Estado tem excesso de despesa, sendo que uma parte significativa dessa despesa está no subsidio de Desemprego criado para auxiliar as famílias quando esta perdem o emprego.
Embora reconhecendo que possa estar pouco madura, a minha opinião actual sobre o subsidio de desemprego é que a forma como ele é atribuído está profundamente errada e dá vários sinais errados à sociedade.
Actualmente o valor do subsidio de desemprego é indexado ao ultimo salário numa percentagem inferior a 100% e pode prolongar-se de 6 meses a 3 anos, dependendo do tempo de trabalho antes de perder o emprego.
Esta formula está errada por várias razões:
- A indexação ao ultimo vencimento permite que este subsidio possa ter valores muito superiores ao salário mínimo, o que significa que o desempregado não é forçado a aceitar qualquer trabalho, mas apenas as ofertas que fazendo as contas compensam sair de casa. Este facto retira milhares de possíveis trabalhadores do mercado de trabalho, permitindo que este fiquem em casa vivendo à custa dos impostos dos que trabalham e alimenta também a ideia que há trabalhos indignos de serem exercidos.
- Estar em casa, sem trabalhar, e na mesma a receber, estimula hábitos sedentários e afasta as pessoas da realidade do trabalho.
- Noutro plano, o facto do trabalhador saber que se ficar desempregado continua a receber uma percentagem elevada do seu salário, desincentiva a poupança e estimula o endividamento e o consumo, o que também são maus princípios.
Considerando estes dados, a minha opinião é que o subsidio de desemprego devia ser revisto para um valor fixo e igual a 80% do salário mínimo, obrigando a que para o desempregado, qualquer oferta de trabalho fosse mais vantajosa que ficar em casa.
Por outro lado, sabendo antecipadamente que a regra era essa, qualquer trabalhador teria em primeiro lugar a preocupação de construir um pé de meia para o caso de ficar desempregado. Essa preocupação seria com o tempo colocada antes de alimentar o espírito consumista, com bons reflexos no sobre-endividamento das famílias e no limite no défice da balança comercial.
No Reino Unido já é assim há muitos anos.
O Estado tem excesso de despesa, sendo que uma parte significativa dessa despesa está no subsidio de Desemprego criado para auxiliar as famílias quando esta perdem o emprego.
Embora reconhecendo que possa estar pouco madura, a minha opinião actual sobre o subsidio de desemprego é que a forma como ele é atribuído está profundamente errada e dá vários sinais errados à sociedade.
Actualmente o valor do subsidio de desemprego é indexado ao ultimo salário numa percentagem inferior a 100% e pode prolongar-se de 6 meses a 3 anos, dependendo do tempo de trabalho antes de perder o emprego.
Esta formula está errada por várias razões:
- A indexação ao ultimo vencimento permite que este subsidio possa ter valores muito superiores ao salário mínimo, o que significa que o desempregado não é forçado a aceitar qualquer trabalho, mas apenas as ofertas que fazendo as contas compensam sair de casa. Este facto retira milhares de possíveis trabalhadores do mercado de trabalho, permitindo que este fiquem em casa vivendo à custa dos impostos dos que trabalham e alimenta também a ideia que há trabalhos indignos de serem exercidos.
- Estar em casa, sem trabalhar, e na mesma a receber, estimula hábitos sedentários e afasta as pessoas da realidade do trabalho.
- Noutro plano, o facto do trabalhador saber que se ficar desempregado continua a receber uma percentagem elevada do seu salário, desincentiva a poupança e estimula o endividamento e o consumo, o que também são maus princípios.
Considerando estes dados, a minha opinião é que o subsidio de desemprego devia ser revisto para um valor fixo e igual a 80% do salário mínimo, obrigando a que para o desempregado, qualquer oferta de trabalho fosse mais vantajosa que ficar em casa.
Por outro lado, sabendo antecipadamente que a regra era essa, qualquer trabalhador teria em primeiro lugar a preocupação de construir um pé de meia para o caso de ficar desempregado. Essa preocupação seria com o tempo colocada antes de alimentar o espírito consumista, com bons reflexos no sobre-endividamento das famílias e no limite no défice da balança comercial.
No Reino Unido já é assim há muitos anos.
sábado, 21 de novembro de 2009
"Porque alteraram (o Governo) tanto a proposta de lei, tornando-a ineficaz no combate ao crime económico? "
"Numa altura em que se quer combater tanto a evasão fiscal, o branqueamento de capitais, fica de fora mais um instrumento que nos permitiria reforçar o combate ao crime económico. Por exemplo, saber rapidamente quem no Brasil está mandar fazer cá as transferências monetárias. Mas a lei é mais um empecilho porque, no que toca à preservação de dados, está refém de uma outra lei que deixa os bancos de fora. É um elemento deficitário.
(...)
Assim, se for detectada uma transferência bancária ilícita, quando os inspectores pedem os dados de tráfego, o banco pode responder que não tem. Mas, mais grave ainda, sublinha, é quando se pedem os dados a uma entidade que representa um grupo económico e ela diz que não pode dar porque se trata de uma área da responsabilidade de uma outra empresa do mesmo grupo. "Quem responde desta forma deveria ser constituído arguido", considerou o investigador, mostrando-se indignado com a lei: "Não há nenhuma confiança, não servem, não prestam, roubaram-nos a oportunidade de sermos eficazes. Não tenho fé nenhuma na aplicação concreta destas legislações atabalhoadas".
(extraído do DN em 21/11/2009)
(...)
Assim, se for detectada uma transferência bancária ilícita, quando os inspectores pedem os dados de tráfego, o banco pode responder que não tem. Mas, mais grave ainda, sublinha, é quando se pedem os dados a uma entidade que representa um grupo económico e ela diz que não pode dar porque se trata de uma área da responsabilidade de uma outra empresa do mesmo grupo. "Quem responde desta forma deveria ser constituído arguido", considerou o investigador, mostrando-se indignado com a lei: "Não há nenhuma confiança, não servem, não prestam, roubaram-nos a oportunidade de sermos eficazes. Não tenho fé nenhuma na aplicação concreta destas legislações atabalhoadas".
(extraído do DN em 21/11/2009)
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Economia liberal e o nosso País
Depois de ler Friedrich August von Hayek (The Road to Serfdom, 1943) vale pena fazer umas notas:
Diz Hayek que o argumento liberal é a favor de se fazer o melhor uso possível das forças da concorrência como forma de co-ordenar o esforço humano. O argumento é baseado na convicção de que quando conseguimos criar concorrência efectiva, o esforço individual é gerido da forma mais correcta.
A concorrência efectiva obedece contudo a algumas premissas: Que os agentes de mercado sejam livres de vender e comprar a qualquer preço para o qual encontrem parceiro disponível para fazer transacção; Que qualquer pessoa seja livre de produzir, vender e comprar, tudo o que possa ser produzido ou comprado; Que a entrada no mercado esteja aberto a todos nos mesmo termos. E que é essencial que a Lei não tolere qualquer tentativa de indivíduos ou grupos, de restringir essa entrada de forma aberta ou dissimulada.
Depois de ler estas palavras e assimilar a mensagem de Hayek, fica mais fácil entender porque é que Portugal não cresce e não evolui. Não existe cultura de concorrência em Portugal.
As grandes empresas foram sendo privatizadas mas sempre perpetuando os monopólios. A ideia dos centros de decisões nacionais, a ideia que as empresas portuguesas têm que ter grande dimensão para poderem competir lá fora e não serem compradas, é errada quando conseguida de forma "planeada" e artificial, via eliminação da concorrência, protegendo e patrocinando determinados Agentes em detrimento doutros. Este favorecimento acaba por permitir que certas empresas realmente cresçam e ganhem maior dimensão, as EDP, ANA, BRISA, GALPs, Mota Engil, Martifer, PT, com naturais benefícios para as empresas e para os seus accionistas.
Contudo para o País, a ausência de efectiva concorrência, resulta em preços superiores na oferta de serviços, aumentando os custos de contexto de forma transversal à economia e contribuindo para a falta de competitividade do País.
Por outro lado, a postura governamental de "Planeamento" da Economia, de claro favorecimento/proteccionismo de alguns grupos Económicos (idêntica à do Estado Novo), funciona também como limitador no acesso de agentes novos aos diversos mercados pois restringe também a concorrência na procura, inibindo o aparecimento de empresas de serviços e produtos de menores dimensões, mesmo que por vez sejam mais competitivas ou tenham melhores produtos/serviços.
O problema do País não está de todo em falta de obras publicas. Está em falta de concorrência.
Portugal precisava de assumir que nenhuma empresa poderia ter mais de 25% de quota de mercado em nenhuma área de actividade. Isso significaria partir a GALP em 3, partir a EDP em 3, privatizar os Aeroportos de forma independente, eventualmente obrigar a TMN a separar-se da PT (como foi feito no Reino Unido), privatizar e criar concorrência entre os Portos, etc... Nos Estados Unidos, a antiga operadora Nacional de telecomunicações foi dividida em 3 operadores diferentes precisamente para promover a concorrência.
Todas estas iniciativas trariam muito mais concorrência e ajudariam o País a crescer. Está a vista a concorrência que veio trazer a separação da Zon da PT, com benefícios para todos.
Outro aspecto focado por Hayek tem a ver com a regulação das actividades e com importância de não haver barreiras artificiais a entrada de novos elementos. Também neste aspecto Portugal está muito longe do ideal. Desde o acesso a Medicina, ao licenciamento de novas Farmácias, a atribuição de licenças de Táxis, aos inúmeros actos que são exclusivos de determinadas profissões como Advogados, Arquitectos, Solicitadores, muitas vezes sem qualquer razão lógica para tal, temos inúmeros exemplos obstáculos criados para evitar a concorrência e proteger certas classes.
Todas estas barreiras aumentam os custos dos serviços pois impedem a livre concorrência, acabando por artificialmente beneficiar essas classes, à custa do resto da sociedade.
A falta de concorrência é também reflexo da enorme corrupção que existe no nosso País e que acaba por manter os privilégios das grandes empresas e das corportações, à custa do empobrecimento do País.
Diz Hayek que o argumento liberal é a favor de se fazer o melhor uso possível das forças da concorrência como forma de co-ordenar o esforço humano. O argumento é baseado na convicção de que quando conseguimos criar concorrência efectiva, o esforço individual é gerido da forma mais correcta.
A concorrência efectiva obedece contudo a algumas premissas: Que os agentes de mercado sejam livres de vender e comprar a qualquer preço para o qual encontrem parceiro disponível para fazer transacção; Que qualquer pessoa seja livre de produzir, vender e comprar, tudo o que possa ser produzido ou comprado; Que a entrada no mercado esteja aberto a todos nos mesmo termos. E que é essencial que a Lei não tolere qualquer tentativa de indivíduos ou grupos, de restringir essa entrada de forma aberta ou dissimulada.
Depois de ler estas palavras e assimilar a mensagem de Hayek, fica mais fácil entender porque é que Portugal não cresce e não evolui. Não existe cultura de concorrência em Portugal.
As grandes empresas foram sendo privatizadas mas sempre perpetuando os monopólios. A ideia dos centros de decisões nacionais, a ideia que as empresas portuguesas têm que ter grande dimensão para poderem competir lá fora e não serem compradas, é errada quando conseguida de forma "planeada" e artificial, via eliminação da concorrência, protegendo e patrocinando determinados Agentes em detrimento doutros. Este favorecimento acaba por permitir que certas empresas realmente cresçam e ganhem maior dimensão, as EDP, ANA, BRISA, GALPs, Mota Engil, Martifer, PT, com naturais benefícios para as empresas e para os seus accionistas.
Contudo para o País, a ausência de efectiva concorrência, resulta em preços superiores na oferta de serviços, aumentando os custos de contexto de forma transversal à economia e contribuindo para a falta de competitividade do País.
Por outro lado, a postura governamental de "Planeamento" da Economia, de claro favorecimento/proteccionismo de alguns grupos Económicos (idêntica à do Estado Novo), funciona também como limitador no acesso de agentes novos aos diversos mercados pois restringe também a concorrência na procura, inibindo o aparecimento de empresas de serviços e produtos de menores dimensões, mesmo que por vez sejam mais competitivas ou tenham melhores produtos/serviços.
O problema do País não está de todo em falta de obras publicas. Está em falta de concorrência.
Portugal precisava de assumir que nenhuma empresa poderia ter mais de 25% de quota de mercado em nenhuma área de actividade. Isso significaria partir a GALP em 3, partir a EDP em 3, privatizar os Aeroportos de forma independente, eventualmente obrigar a TMN a separar-se da PT (como foi feito no Reino Unido), privatizar e criar concorrência entre os Portos, etc... Nos Estados Unidos, a antiga operadora Nacional de telecomunicações foi dividida em 3 operadores diferentes precisamente para promover a concorrência.
Todas estas iniciativas trariam muito mais concorrência e ajudariam o País a crescer. Está a vista a concorrência que veio trazer a separação da Zon da PT, com benefícios para todos.
Outro aspecto focado por Hayek tem a ver com a regulação das actividades e com importância de não haver barreiras artificiais a entrada de novos elementos. Também neste aspecto Portugal está muito longe do ideal. Desde o acesso a Medicina, ao licenciamento de novas Farmácias, a atribuição de licenças de Táxis, aos inúmeros actos que são exclusivos de determinadas profissões como Advogados, Arquitectos, Solicitadores, muitas vezes sem qualquer razão lógica para tal, temos inúmeros exemplos obstáculos criados para evitar a concorrência e proteger certas classes.
Todas estas barreiras aumentam os custos dos serviços pois impedem a livre concorrência, acabando por artificialmente beneficiar essas classes, à custa do resto da sociedade.
A falta de concorrência é também reflexo da enorme corrupção que existe no nosso País e que acaba por manter os privilégios das grandes empresas e das corportações, à custa do empobrecimento do País.
Colocação de Passeios - Reconhecimento à CMS



A César o que é de César. As fotos são o meu reconhecimento à C.M.S. pela atenção dada a este problema dos passeios.
Esteve bem a CMS que pela primeira vez em 12 anos colocou os passeios como medida central no ultimo ano da legislatura.
Acreditar que as minhas iniciativas tiveram impacto directo nesta decisão, pode parecer imodesto e abusivo, mas sabe bem e ajuda a reforçar a ideia que vale a pena lutar pelas ideias que nos parecem mais correctas.
Economic Liberalism - on competition
(...)
The dispute between the modern planners and their opponents is therefore, not a dispute on whether we ought to choose intelligently between the various posssible organisations of society; it is not a dispute on whether we ought to employ foresight and systematic thinking in planning our common affairs. It is a dispute about what is the best way of so doing. The question is whether for this purpose it is better that the holder of coercive power should confine himself in general to creating conditions under which the knowledge and iniciative of individuals is given the best scope so that they can plan most successfully; Or whether a rational utilisation of our resources requires central direction and organisations of all our activities according to some consciously constructed “blueprint”.
(...)
The liberal argument is in favour of making the best possible use of forces of competition as a means of co-ordinating human efforts, not an argument for leaving things just as they are. It is based on the conviction that where effective competition can be created, it is a better way if guiding individual efforts than any other, It does not deny, but even emphasises, that, in order that competition should work beneficially, a carefully thought-out legal framework is required, and that neither the existing nor the past legal rules are free from grave defects. Nor does it deny that where it is impossible to create the conditions necessary to make competition effective, we must resort to other methods of guiding economic activity. Economic liberalism is opposed, however, to competition being supplanted by inferior methods of co-ordinating individual efforts. And it regards competition as superior not only because it is in most circumstances the most efficient method known, but even more because it is the only method by which our activities can be adjusted to each other without coercive and arbitrary intervention of authority. Indeed, one of the main arguments in favour of competition is that it dispenses the need for “conscious social control” and that it gives individuals a change to decide whether the prospects of a particular occupation are sufficient to compensate for the disadvantages and risks connected with it.
The successful use of competition as the principle of social organisation precludes certain types of coercive interference with economic life, but it admits others which sometimes may very considerably assist its work and even requires certain kinds of government action. But there is good reason why the negative requirements, the points where coercion must not be usedm have been particularly stressed. It is necessary in the first instance that the parties in the market should be free to sell and buy at any price at which they can find a partner to the transaction, and that anybody should be free to produce, sell, and buy anything that may be produced or sold at all. And it is essential that the entry into the different trades should be open to all on equal terms, and that the law should not tolerate any attempts by individuals or groups to restrict this entry by open or concelead force. Any attempt to control prices or quantitires of particular commodities deprives competition of its power of bringing about an effective co-ordination fo individual efforts, because price changes the cease to register all the relevant changes in circunstanes and no longer provide a reliable guide for the individual’s action.
This is not necessarily true, however,of measures merely restricting the allowed methods of prodution, so long as these restrictions affect all the potencial producers equally and are not used as an indirect way of controlling prices and quantities. Though all such controls of the methods of production impose extra costs, i.e. make it necessary to use more resources to produce a given output, they may be well worth while. To prohibit the useoof certain poisonous substances, or to require special precautions in their use, to limit working hours or to require certain sanitaty arrangements, is fully compatible with the preservation of competition. The only question here is whether in the particular instance the advantages gained are greater that the social costs which they impose.
(...)
The Road to Serfdom
1943
Friedrich August von Hayek
Nobel Prize for Economics 1974
The dispute between the modern planners and their opponents is therefore, not a dispute on whether we ought to choose intelligently between the various posssible organisations of society; it is not a dispute on whether we ought to employ foresight and systematic thinking in planning our common affairs. It is a dispute about what is the best way of so doing. The question is whether for this purpose it is better that the holder of coercive power should confine himself in general to creating conditions under which the knowledge and iniciative of individuals is given the best scope so that they can plan most successfully; Or whether a rational utilisation of our resources requires central direction and organisations of all our activities according to some consciously constructed “blueprint”.
(...)
The liberal argument is in favour of making the best possible use of forces of competition as a means of co-ordinating human efforts, not an argument for leaving things just as they are. It is based on the conviction that where effective competition can be created, it is a better way if guiding individual efforts than any other, It does not deny, but even emphasises, that, in order that competition should work beneficially, a carefully thought-out legal framework is required, and that neither the existing nor the past legal rules are free from grave defects. Nor does it deny that where it is impossible to create the conditions necessary to make competition effective, we must resort to other methods of guiding economic activity. Economic liberalism is opposed, however, to competition being supplanted by inferior methods of co-ordinating individual efforts. And it regards competition as superior not only because it is in most circumstances the most efficient method known, but even more because it is the only method by which our activities can be adjusted to each other without coercive and arbitrary intervention of authority. Indeed, one of the main arguments in favour of competition is that it dispenses the need for “conscious social control” and that it gives individuals a change to decide whether the prospects of a particular occupation are sufficient to compensate for the disadvantages and risks connected with it.
The successful use of competition as the principle of social organisation precludes certain types of coercive interference with economic life, but it admits others which sometimes may very considerably assist its work and even requires certain kinds of government action. But there is good reason why the negative requirements, the points where coercion must not be usedm have been particularly stressed. It is necessary in the first instance that the parties in the market should be free to sell and buy at any price at which they can find a partner to the transaction, and that anybody should be free to produce, sell, and buy anything that may be produced or sold at all. And it is essential that the entry into the different trades should be open to all on equal terms, and that the law should not tolerate any attempts by individuals or groups to restrict this entry by open or concelead force. Any attempt to control prices or quantitires of particular commodities deprives competition of its power of bringing about an effective co-ordination fo individual efforts, because price changes the cease to register all the relevant changes in circunstanes and no longer provide a reliable guide for the individual’s action.
This is not necessarily true, however,of measures merely restricting the allowed methods of prodution, so long as these restrictions affect all the potencial producers equally and are not used as an indirect way of controlling prices and quantities. Though all such controls of the methods of production impose extra costs, i.e. make it necessary to use more resources to produce a given output, they may be well worth while. To prohibit the useoof certain poisonous substances, or to require special precautions in their use, to limit working hours or to require certain sanitaty arrangements, is fully compatible with the preservation of competition. The only question here is whether in the particular instance the advantages gained are greater that the social costs which they impose.
(...)
The Road to Serfdom
1943
Friedrich August von Hayek
Nobel Prize for Economics 1974
sábado, 22 de agosto de 2009
Manipulação e Orientação da Economia
Seguindo o meu raciocínio anterior, é uma falha estrutural na nossa sociedade o Estado/Governo pensar que sabe melhor que o sector Privado quais as direcções correctas para a Economia.
Essa falácia alimenta estas politicas merdosas em que se retira dinheiro ao sector privado, para depois o distribuir por sectores especificos que os Iluminados acham que vão fazer enriquecer o País. Iluminados que na maior parte não percebe nada de horta.
Então cobramos impostos a todas as Empresas, e depois andamos a subsidiar sectores tipo Energias Renováveis, Açucar, Leite, Lampadas de Alto rendimento, e todos os outros milhares de Programas ao Incentivo que os governos gostam e inventar.
E pergunto eu:
1.Porque não deixar ficar o dinheiro nas Empresas que o geraram, afinal se o geraram é porque sabem como fazê-lo e se calhar, se não lhes tirarem tanto, até podem crescer mais rápido.
2.Porque é que essa gente que trabalha no Governo acha que sabe como gerir um Empresa, e que areas Economicas devem ser ajudadas ou promovidas?
3.Se pensarmos bem, a unica razão para existir uma empresa, é existir lucro na sua actividade. Dessa forma, os potenciais empreendedores não precisam de qualquer ajuda, uma vez por inercia as actividades mais lucrativas serão sempre as mais procuradas, e a recompensa está no lucro.
4.O incentivo acaba por só atrapalhar porque torna áreas de negócio apelativas sem necessariamente o serem em termos económicos.
5.O que o Governo precisa de fazer é acabar com monopólios e entraves para que quem queira explorar essas áreas mais lucrativas, não tenha obstáculos artificiais.
Depois continuamos.
Essa falácia alimenta estas politicas merdosas em que se retira dinheiro ao sector privado, para depois o distribuir por sectores especificos que os Iluminados acham que vão fazer enriquecer o País. Iluminados que na maior parte não percebe nada de horta.
Então cobramos impostos a todas as Empresas, e depois andamos a subsidiar sectores tipo Energias Renováveis, Açucar, Leite, Lampadas de Alto rendimento, e todos os outros milhares de Programas ao Incentivo que os governos gostam e inventar.
E pergunto eu:
1.Porque não deixar ficar o dinheiro nas Empresas que o geraram, afinal se o geraram é porque sabem como fazê-lo e se calhar, se não lhes tirarem tanto, até podem crescer mais rápido.
2.Porque é que essa gente que trabalha no Governo acha que sabe como gerir um Empresa, e que areas Economicas devem ser ajudadas ou promovidas?
3.Se pensarmos bem, a unica razão para existir uma empresa, é existir lucro na sua actividade. Dessa forma, os potenciais empreendedores não precisam de qualquer ajuda, uma vez por inercia as actividades mais lucrativas serão sempre as mais procuradas, e a recompensa está no lucro.
4.O incentivo acaba por só atrapalhar porque torna áreas de negócio apelativas sem necessariamente o serem em termos económicos.
5.O que o Governo precisa de fazer é acabar com monopólios e entraves para que quem queira explorar essas áreas mais lucrativas, não tenha obstáculos artificiais.
Depois continuamos.
Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso
Mais uma leve contribuição para o Défice.
Como é possível pagar 206000€ por um projecto de Arquitectura duma Escola?
É um excelente exemplo de como o Poder de distribuir discricionariamente a riqueza é uma forma muito perversa de gerir recursos. Fica na mão de quem distribui, o poder de enriquecer ou empobrecer terceiros.
E quem não quer ficar pobre tem que se submeter aos caprichos e ditendos de quem tem €. E assim se asfixia uma sociedade.
É por isso que estas politicas de apoio às empresas deviam ser todas trocadas por baixas de impostos. Enquanto as primeiras permitem manipulação, as segundas não.
"Até agora foram adjudicados 105 projectos (que correspondem ao número de escolas já intervencionadas ou em intervenção) a 80 gabinetes de arquitectura. Até ao final do ano estão mais 100 na calha.
A modernização destas 205 escolas de modo a que respondam às exigências actuais do ensino, nomeadamente à utilização de novas tecnologias e às novas normas de climatização e de ruído, representará um investimento de 2,5 mil milhões de euros. É quase o triplo do que foi gasto na construção da Ponte Vasco da Gama, por exemplo, e até 2015 deverão ser ainda intervencionadas outras 127."
(...)
Ao abrigo da legislação de excepção aprovada nos últimos dois anos em grande parte para garantir a rapidez da intervenção, a empresa Parque Escolar tem podido celebrar contratos por ajuste directo cujos montantes são, no caso dos projectos de arquitectura, oito vezes superiores ao limite fixado no regime normal. De 25 mil euros passou-se para 206 mil."
Ler Noticia Publico
Como é possível pagar 206000€ por um projecto de Arquitectura duma Escola?
É um excelente exemplo de como o Poder de distribuir discricionariamente a riqueza é uma forma muito perversa de gerir recursos. Fica na mão de quem distribui, o poder de enriquecer ou empobrecer terceiros.
E quem não quer ficar pobre tem que se submeter aos caprichos e ditendos de quem tem €. E assim se asfixia uma sociedade.
É por isso que estas politicas de apoio às empresas deviam ser todas trocadas por baixas de impostos. Enquanto as primeiras permitem manipulação, as segundas não.
"Até agora foram adjudicados 105 projectos (que correspondem ao número de escolas já intervencionadas ou em intervenção) a 80 gabinetes de arquitectura. Até ao final do ano estão mais 100 na calha.
A modernização destas 205 escolas de modo a que respondam às exigências actuais do ensino, nomeadamente à utilização de novas tecnologias e às novas normas de climatização e de ruído, representará um investimento de 2,5 mil milhões de euros. É quase o triplo do que foi gasto na construção da Ponte Vasco da Gama, por exemplo, e até 2015 deverão ser ainda intervencionadas outras 127."
(...)
Ao abrigo da legislação de excepção aprovada nos últimos dois anos em grande parte para garantir a rapidez da intervenção, a empresa Parque Escolar tem podido celebrar contratos por ajuste directo cujos montantes são, no caso dos projectos de arquitectura, oito vezes superiores ao limite fixado no regime normal. De 25 mil euros passou-se para 206 mil."
Ler Noticia Publico
Concessão de contentores só serviu interesses da Liscont
A concessão do terminal de contentores de Alcântara só favoreceu interesses da Liscont. A conclusão é de um relatório final de auditoria do Tribunal de Contas, que refere que o negócio foi "ruinoso" para o estado e só serviu os interesses da empresa do grupo Mota-Engil.
Viva a Mota-Engil. É de empresas assim que Portugal definitivamente não precisa. O mesmo se aplica a estes Politicos e Funcionários Publicos que envergonham a sua profissão e a casa onde trabalham.
Viva a Mota-Engil. É de empresas assim que Portugal definitivamente não precisa. O mesmo se aplica a estes Politicos e Funcionários Publicos que envergonham a sua profissão e a casa onde trabalham.
Obras adjudicadas 57% acima dos valores iniciais da fase de negociação. Algumas 160% acima.
Vamos andar nós gerações a pagar mundos e fundos por obras cuja unica razão de existirem é proporcionar receitar a empresas corruptas.
É uma vergonha para os nossos políticos, é uma vergonha para as Empresas que vivem destes esquemas, e é uma vergonha para o País.
Depois queixam-se que o País não cresce. Pudera.
É uma vergonha para os nossos políticos, é uma vergonha para as Empresas que vivem destes esquemas, e é uma vergonha para o País.
Depois queixam-se que o País não cresce. Pudera.
Integração da rede do BPN na SIBS ameaça concorrência nos cartões
Depois vêm falar que o País não cresce, que a economia não arranca, etc...
É sempre a proteger os mesmos, e a acabar com as pequenas iniciativas de concorrência que surgem.
A Autoridade da Concorrência deixou de existir quando o Abel Mateus saiu.
http://www.ionline.pt/conteudo/13125-integracao-da-rede-do-bpn-na-sibs-ameaca-concorrencia-nos-cartoes
É sempre a proteger os mesmos, e a acabar com as pequenas iniciativas de concorrência que surgem.
A Autoridade da Concorrência deixou de existir quando o Abel Mateus saiu.
http://www.ionline.pt/conteudo/13125-integracao-da-rede-do-bpn-na-sibs-ameaca-concorrencia-nos-cartoes
domingo, 21 de junho de 2009
As duas reclamações feitas à CMS - registo
Peões no Seixal querem mais passeios
"O problema da falta de passeios não é exclusivo do Seixal, mas põe em causa a segurança e o conforto das pessoas e desincentiva a deslocação a pé.
(...)"
Munícipes do Seixal pedem mais segurança na estrada nacional 10
"Gostaríamos de chamar a atenção, de uma forma muito séria, para o troço da EN-10/2 entre Cavadas e Paio Pires, no Seixal, onde circulam por vezes famílias inteiras sem condições mínimas de segurança e iluminação.
(...)"
terça-feira, 16 de junho de 2009
Traditional Labor Union Policies Harmful to the Worker
"On an unhampered labor market wage rates are fixed, by the interplay of demand and supply, at a level at which all those eager to work can finally find jobs. On a free labor market unemployment is temporary only and never affects more than a small fraction of the people. There prevails· a continuous tendency for unemployment to disappear.
But if wage rates are raised by the interference of government or unions above this level, things change. As long as only one part of labor is unionized, the wage rise enforced by the unions does not lead to unemployment, but to an increased supply ot labor in those branches of business where there are no efficient unions or no unions at all. The workers who lost their jobs as a consequence of union policy enter the market of the free branches and cause wages to drop in these branches. The corollary of the rise in wages for organized workers is a drop in wages for unorganized workers. But if fixing of wage rates above the potential market level becomes general, workers losing their jobs cannot find employment in other branches. They remain unemployed. Unemployment emerges as a mass phenomenon prolonged year after year.
(...) In the early thirties money wage rates in this country dropped less than the cost of living. Hourly real wage rates increased in the midst of a catastrophic spread of unemployment.
For many of those employed the depression meant a rise in the standard of living, while the unemployed were victimized. The repetition of such conditions can only be avoided by entirely discarding the idea that union compulsion and coercion can benefit·all those eager to work and to earn wages."
Extracto de "Planning for Freedom", 3rd Edition, 1966, Professor Ludwig von Mises
E o que está errado nesta avaliação? Não é mesmo assim?
But if wage rates are raised by the interference of government or unions above this level, things change. As long as only one part of labor is unionized, the wage rise enforced by the unions does not lead to unemployment, but to an increased supply ot labor in those branches of business where there are no efficient unions or no unions at all. The workers who lost their jobs as a consequence of union policy enter the market of the free branches and cause wages to drop in these branches. The corollary of the rise in wages for organized workers is a drop in wages for unorganized workers. But if fixing of wage rates above the potential market level becomes general, workers losing their jobs cannot find employment in other branches. They remain unemployed. Unemployment emerges as a mass phenomenon prolonged year after year.
(...) In the early thirties money wage rates in this country dropped less than the cost of living. Hourly real wage rates increased in the midst of a catastrophic spread of unemployment.
For many of those employed the depression meant a rise in the standard of living, while the unemployed were victimized. The repetition of such conditions can only be avoided by entirely discarding the idea that union compulsion and coercion can benefit·all those eager to work and to earn wages."
Extracto de "Planning for Freedom", 3rd Edition, 1966, Professor Ludwig von Mises
E o que está errado nesta avaliação? Não é mesmo assim?
Depression is the aftermath of credit expansion
"It is true, many people believe that economic policy should not bother at all about long-run consequences.
They quote a dictum of Lord Keynes: "In the long run we are all dead." I do not question the truth of this statement; I even consider it as the only correct declaration of the neo-British Cambridge school. But the conclusions drawn from this truism are entirely fallacious. The exact diagnosis of the economic evils of our age is: we have outlived the short-run and are suffering from the long-run consequences of policies which did not take them into consideration.
The interventionists have silenced the warning voices of the economists. But things developed precisely as these much abused orthodox scholars had predicted. Depression is the aftermath of credit expansion; mass unemployment prolonged year after year is the inextricable effect of attempts to keep wage rates above the level which the unhampered market would have fixed. All those evils which the progressives interpret as evidence of the failure of capitalism are the necessary outcome of allegedly social interference with the market."
Extracto de "Planning for Freedom", 3rd Edition, 1966, Professor Ludwig von Mises
They quote a dictum of Lord Keynes: "In the long run we are all dead." I do not question the truth of this statement; I even consider it as the only correct declaration of the neo-British Cambridge school. But the conclusions drawn from this truism are entirely fallacious. The exact diagnosis of the economic evils of our age is: we have outlived the short-run and are suffering from the long-run consequences of policies which did not take them into consideration.
The interventionists have silenced the warning voices of the economists. But things developed precisely as these much abused orthodox scholars had predicted. Depression is the aftermath of credit expansion; mass unemployment prolonged year after year is the inextricable effect of attempts to keep wage rates above the level which the unhampered market would have fixed. All those evils which the progressives interpret as evidence of the failure of capitalism are the necessary outcome of allegedly social interference with the market."
Extracto de "Planning for Freedom", 3rd Edition, 1966, Professor Ludwig von Mises
terça-feira, 21 de abril de 2009
Novas paragens de Autocarro no Seixal
Um reconhecimento para a CMS que decidiu substituir os antigos postes a indicar as paragens de Autocarro, por novas paragens com bancos e protecção da chuva.
De quatro em quatro anos lá vêm estas iniciativas, mas ao menos vêm e esta particularmente é bem dirigida a quem precisa.
De quatro em quatro anos lá vêm estas iniciativas, mas ao menos vêm e esta particularmente é bem dirigida a quem precisa.
terça-feira, 31 de março de 2009
TGV - FORA!!! ; Metro e Comboio Suburbano - Dentro
A vontade de defender aquilo que parece óbvio é cada vez menor.
Ainda assim fica o apelo. Que se gaste o nosso precioso dinheiro em transportes publicos em condições para acudir a 80% da população, com impacto directo na mobilidade, no tempo familiar, na poluição, no ordenamento do território, etc...
E não no TGV que resolve um problema que não existe, custa aquilo que não podemos e não queremos pagar e que se direcciona a 1% da população. Ou Autoestradas redundantes em zonas que estão apinhadas de carros e hão-de estar por mais AE que se criem.
De Algés para Telheiras, de Belem para a Amadora, de Lisboa para a Linda a Velha ou Paço de Arcos, não ha Metros, não há comboios, tudo passa por Lisboa e pelo carro.
Trabalham milhares de pessoas em Oeiras e não há um meio ferroviário de distribuição dessas massas populacionais que diariamente se deslocam.
Porque é que ninguém põe estas questões aos nossos iluminados Ministros? Um reporter...Um deputado do BE? Alguem...
Ainda assim fica o apelo. Que se gaste o nosso precioso dinheiro em transportes publicos em condições para acudir a 80% da população, com impacto directo na mobilidade, no tempo familiar, na poluição, no ordenamento do território, etc...
E não no TGV que resolve um problema que não existe, custa aquilo que não podemos e não queremos pagar e que se direcciona a 1% da população. Ou Autoestradas redundantes em zonas que estão apinhadas de carros e hão-de estar por mais AE que se criem.
De Algés para Telheiras, de Belem para a Amadora, de Lisboa para a Linda a Velha ou Paço de Arcos, não ha Metros, não há comboios, tudo passa por Lisboa e pelo carro.
Trabalham milhares de pessoas em Oeiras e não há um meio ferroviário de distribuição dessas massas populacionais que diariamente se deslocam.
Porque é que ninguém põe estas questões aos nossos iluminados Ministros? Um reporter...Um deputado do BE? Alguem...
sábado, 21 de março de 2009
HM Queen Rania interview with CNN
Excelente. A inteligência consegue superar a beleza...
Filantropia vs Caridade: Queen Rania, Middle East World Economic Forum 2007
Espectacular.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
De volta a Portugal
Após 5 semanas em Luanda, estou de volta a Lisboa.
Que bom.
Que bom.
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