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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Magalhães volta a ser preferido no e-escolinhas

O concurso foi lançado já este ano, e prevê a compra de 250 mil portáteis para distribuir nos próximos três anos a alunos e professores do primeiro ciclo, estando previsto um investimento de 50 milhões de euros.

Considerando a crise em que estamos.
Considerando os défices crónicos.
Considerando que para corrigir os défices crónicos, se reduzem subsídios de desemprego (que eu concordo), se reduzem benefícios fiscais (que eu discordo), se aumenta o IVA, se perspectiva toda uma panóplia de medidas de austeridade.

Alguém me explica porque é que Estado acha que pode dispor de 50 Milhões de Euros dos contribuintes a comprar computadores para o primeiro ciclo? Que merda de prioridade é esta?

O estado que devolva os 50 milhões aos contribuintes (reduzindo ou não aumentando impostos), e deixe cada Portugês gerir o seu próprio orçamento. Se o Português achar que é oportuno comprar um laptop, compra. Se achar que é preferivel comprar uns sapatos novos e ir ao dentista, vai.

200 Euros dá para fazer muito coisa, e duvido que esteja na prioridade de um único português, gastá-los a comprar um laptop novo para o filho da primária. No entanto se algum quiser fazê-lo, faça-o por sua conta e risco.

Agora extorquir 200 Euros a 250 000 Portugueses para depois os estorrar em laptops!!

Haja bom-senso.

sábado, 21 de novembro de 2009

"Porque alteraram (o Governo) tanto a proposta de lei, tornando-a ineficaz no combate ao crime económico? "

"Numa altura em que se quer combater tanto a evasão fiscal, o branqueamento de capitais, fica de fora mais um instrumento que nos permitiria reforçar o combate ao crime económico. Por exemplo, saber rapidamente quem no Brasil está mandar fazer cá as transferências monetárias. Mas a lei é mais um empecilho porque, no que toca à preservação de dados, está refém de uma outra lei que deixa os bancos de fora. É um elemento deficitário.
(...)
Assim, se for detectada uma transferência bancária ilícita, quando os inspectores pedem os dados de tráfego, o banco pode responder que não tem. Mas, mais grave ainda, sublinha, é quando se pedem os dados a uma entidade que representa um grupo económico e ela diz que não pode dar porque se trata de uma área da responsabilidade de uma outra empresa do mesmo grupo. "Quem responde desta forma deveria ser constituído arguido", considerou o investigador, mostrando-se indignado com a lei: "Não há nenhuma confiança, não servem, não prestam, roubaram-nos a oportunidade de sermos eficazes. Não tenho fé nenhuma na aplicação concreta destas legislações atabalhoadas".
(extraído do DN em 21/11/2009)

sábado, 22 de agosto de 2009

Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso

Mais uma leve contribuição para o Défice.

Como é possível pagar 206000€ por um projecto de Arquitectura duma Escola?

É um excelente exemplo de como o Poder de distribuir discricionariamente a riqueza é uma forma muito perversa de gerir recursos. Fica na mão de quem distribui, o poder de enriquecer ou empobrecer terceiros.

E quem não quer ficar pobre tem que se submeter aos caprichos e ditendos de quem tem €. E assim se asfixia uma sociedade.

É por isso que estas politicas de apoio às empresas deviam ser todas trocadas por baixas de impostos. Enquanto as primeiras permitem manipulação, as segundas não.

"Até agora foram adjudicados 105 projectos (que correspondem ao número de escolas já intervencionadas ou em intervenção) a 80 gabinetes de arquitectura. Até ao final do ano estão mais 100 na calha.

A modernização destas 205 escolas de modo a que respondam às exigências actuais do ensino, nomeadamente à utilização de novas tecnologias e às novas normas de climatização e de ruído, representará um investimento de 2,5 mil milhões de euros. É quase o triplo do que foi gasto na construção da Ponte Vasco da Gama, por exemplo, e até 2015 deverão ser ainda intervencionadas outras 127."
(...)
Ao abrigo da legislação de excepção aprovada nos últimos dois anos em grande parte para garantir a rapidez da intervenção, a empresa Parque Escolar tem podido celebrar contratos por ajuste directo cujos montantes são, no caso dos projectos de arquitectura, oito vezes superiores ao limite fixado no regime normal. De 25 mil euros passou-se para 206 mil."

Ler Noticia Publico

Concessão de contentores só serviu interesses da Liscont

A concessão do terminal de contentores de Alcântara só favoreceu interesses da Liscont. A conclusão é de um relatório final de auditoria do Tribunal de Contas, que refere que o negócio foi "ruinoso" para o estado e só serviu os interesses da empresa do grupo Mota-Engil.

Viva a Mota-Engil. É de empresas assim que Portugal definitivamente não precisa. O mesmo se aplica a estes Politicos e Funcionários Publicos que envergonham a sua profissão e a casa onde trabalham.

Obras adjudicadas 57% acima dos valores iniciais da fase de negociação. Algumas 160% acima.

Vamos andar nós gerações a pagar mundos e fundos por obras cuja unica razão de existirem é proporcionar receitar a empresas corruptas.

É uma vergonha para os nossos políticos, é uma vergonha para as Empresas que vivem destes esquemas, e é uma vergonha para o País.

Depois queixam-se que o País não cresce. Pudera.

Integração da rede do BPN na SIBS ameaça concorrência nos cartões

Depois vêm falar que o País não cresce, que a economia não arranca, etc...

É sempre a proteger os mesmos, e a acabar com as pequenas iniciativas de concorrência que surgem.

A Autoridade da Concorrência deixou de existir quando o Abel Mateus saiu.

http://www.ionline.pt/conteudo/13125-integracao-da-rede-do-bpn-na-sibs-ameaca-concorrencia-nos-cartoes

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Estado gasta 134 milhões em consultadoria externa

Quantas Urgências a 40€ (novo tarifário deste Governo) se pagaria com 134 milhões?

Num País com 430€ de salário minimo cobra-se 40€ de taxa de urgência...Para desincentivar o uso indescriminado. 40 EUROS

Eu pergunto: 10€ não chegava?